O editor do Globoesporte.com bem que quis transmitir um pouco mais de entusiasmo ao Barcelona, mas...
Quinta-feira, 28 de Maio de 2009
Terça-feira, 28 de Abril de 2009
Enroladinha
Na semana passada o jornal O Popular fez uma matéria sobre a sinalização de trânsito de Goiânia, que é péssima por sinal. (Juro que o trocadilho não intencional. Talvez um piada do meu inconsciente).
Depois dos relatos da repórter Malu Longo, com fotos de Sebastião Nogueira, a Agência Municipal de Trânsito (AMT) resolveu agir e refez algumas faixas de pedestre. Uma delas é a que está abaixo. Ela fica na porta da Organização Jaime Câmara.
Gesto interessante o da AMT. De certo foi para “mostrar serviço”. O problema é que as faixas abaixo não foram “privilegiadas”.


Detalhe: essas faixas sem tinta ficam na mesma quadra da que recebeu reforço, ou seja, também na mesma área da Organização Jaime Câmara.
Conclusão: o gesto da AMT é um recorte de como a gestão pública cuida do trânsito de Goiânia.
E essa não é o primeiro problema do tipo. Há alguns meses a AMT (que na época era Superintendência, ou seja, SMT) colocava uma dupla de jovens para auxiliar a travessia de pedestres na mesma faixa em frente à Jaime Câmara.
A impressão que fica é de que o trabalho era para “mostrar serviço”, já que em pontos cruciais de passagem de pedestres não havia ninguém para dar uma forcinha e ajudar na educação dos motoristas.
Detalhe sórdido: A AMT reconhece que a tinta é ruim.
Conclusão: o gesto da AMT é um recorte de como a gestão pública cuida do trânsito de Goiânia.
E essa não é o primeiro problema do tipo. Há alguns meses a AMT (que na época era Superintendência, ou seja, SMT) colocava uma dupla de jovens para auxiliar a travessia de pedestres na mesma faixa em frente à Jaime Câmara.
A impressão que fica é de que o trabalho era para “mostrar serviço”, já que em pontos cruciais de passagem de pedestres não havia ninguém para dar uma forcinha e ajudar na educação dos motoristas.
Detalhe sórdido: A AMT reconhece que a tinta é ruim.
Terça-feira, 21 de Abril de 2009
Uma pergunta para o City Bus
Um cidadão tem um carro flex que faz em média, dentro da cidade, sete quilômetros por litro com álcool e dez com gasolina dentro da cidade.
Suponhamos que entre trabalho, lazer e diversidades (supermercado, padaria e etc), esse cidadão ande em torno de 30 quilômetros todo dia.
É uma média boa.
Com álcool o carro do sujeito gasta 4,30 litros de combustível, o que dá em torno de R$ 6,90 para andar. Se usar gasolina, o consumo será de três litros, com um custo de R$ 7,75.
Em linhas gerais, o cidadão pode gastar R$ 6,90 com álcool e R$ 7,75 com gasolina para ir e voltar do trabalho, ir ao mercado, ao cinema com a esposa. Enfim, para várias opções.
Já com o City Bus, que foi criado para estimular o cidadão a deixar o carro em casa, o custo é de R$ 9,00, já que sempre serão necessários dois bilhetes, cada um a R$ 4,50.
Tá que o micro-ônibus tem ar-condicionado, TV, internet e até tomada para carregar o celular, sem falar que não precisa de vaga de estacionamento.
Mas será que a R$ 4,50 o cidadão vai mesmo querer deixar o carro, que lhe dá autonomia de horário e de trajeto, em casa?
Suponhamos que entre trabalho, lazer e diversidades (supermercado, padaria e etc), esse cidadão ande em torno de 30 quilômetros todo dia.
É uma média boa.
Com álcool o carro do sujeito gasta 4,30 litros de combustível, o que dá em torno de R$ 6,90 para andar. Se usar gasolina, o consumo será de três litros, com um custo de R$ 7,75.
Em linhas gerais, o cidadão pode gastar R$ 6,90 com álcool e R$ 7,75 com gasolina para ir e voltar do trabalho, ir ao mercado, ao cinema com a esposa. Enfim, para várias opções.
Já com o City Bus, que foi criado para estimular o cidadão a deixar o carro em casa, o custo é de R$ 9,00, já que sempre serão necessários dois bilhetes, cada um a R$ 4,50.
Tá que o micro-ônibus tem ar-condicionado, TV, internet e até tomada para carregar o celular, sem falar que não precisa de vaga de estacionamento.
Mas será que a R$ 4,50 o cidadão vai mesmo querer deixar o carro, que lhe dá autonomia de horário e de trajeto, em casa?
Seu Rufino e o City Bus
Seu Rufino é o motorista da CBN.
Ele é responsável por levar os repórteres para cima e para baixo.
E nesses caminhos ele sempre nos brinda com algumas sacadas de sua sabedoria, que é uma das mais admiráveis que já tive a oportunidade de conhecer.
A última dele, no entanto, chegou até mim pela Maria Cristina. Foi sobre o City Bus.
Diz o seu Rufino que a nova "opção" do transporte coletivo da capital é como se fosse o "filhotinho" dos ônibus grandes.
E numa dessas andanças, ele observou um micro-ônibus entre dois grandes e disse:
- Lá vai o filhotinho junto com os pais. Mas do jeito que anda, esse vai morrer de barriga vazia.
Ele é responsável por levar os repórteres para cima e para baixo.
E nesses caminhos ele sempre nos brinda com algumas sacadas de sua sabedoria, que é uma das mais admiráveis que já tive a oportunidade de conhecer.
A última dele, no entanto, chegou até mim pela Maria Cristina. Foi sobre o City Bus.
Diz o seu Rufino que a nova "opção" do transporte coletivo da capital é como se fosse o "filhotinho" dos ônibus grandes.
E numa dessas andanças, ele observou um micro-ônibus entre dois grandes e disse:
- Lá vai o filhotinho junto com os pais. Mas do jeito que anda, esse vai morrer de barriga vazia.
Segunda-feira, 20 de Abril de 2009
Próximo desce!
Não deu (quase) ninguém no City Bus, o novo serviço de transporte coletivo de Goiânia.Na verdade ele é seletivo, condição reforçada pela tarifa de R$ 4,50.
E é seletivo mesmo, porque esse preço faz com que o usuário queira tomá-lo apenas para usar como lan house, já que dentro dos micro-ônibus há internet sem fio.
Aliás, a "seleção" é tanta que o City Bus só pode ser lan-house para quem tem notebook.
Sexta-feira, 10 de Abril de 2009
Vício
Desde julho de 2008, quando eu iniciei este blog, eu nunca havia mencionado uma linha sequer sobre um vício que eu tenho - as camisas de futebol.
Tema recorrente nas minhas conversas e saídas com a Raquel (namorada que vai pro céu tamanha paciência com as repetidas entradas em lojas para alimentar o vício, nem que seja só para ver), as camisas ganharam um destaque nessa semana.
Tenho usado uma por dia, com algumas repetições, afinal, de toda coleção tem uma ou outra que gosto mais. Mas uma em questão tem um destaque especial - a camisa do Peñarol, do Uruguai.
Tema recorrente nas minhas conversas e saídas com a Raquel (namorada que vai pro céu tamanha paciência com as repetidas entradas em lojas para alimentar o vício, nem que seja só para ver), as camisas ganharam um destaque nessa semana.
Tenho usado uma por dia, com algumas repetições, afinal, de toda coleção tem uma ou outra que gosto mais. Mas uma em questão tem um destaque especial - a camisa do Peñarol, do Uruguai.

Essa eu comprei em Rivera, na cidade que faz fronteira com Santana do Livramento, no RS, terra de meu pai.
Na verdade ela foi um presente de minha vó, Maruca, que me dera 50 reais de presente. Na época eu estava me aproximando cada vez mais do futebol.
E foi nessa circunstância que surgiu o vício, já que decidi que dali pra frente, sempre que possível, eu iria comprar uma camisa de time (oficial, de preferência) para guardar de lembrança daquele lugar. No caso em questão, a recordação era de Rivera.
Tempos depois a coleção fugiu do propósito. Prova disso é que nunca estive na Nigéria, Suécia ou Croácia. Mas tenho um exemplar de casa país. Apesar disso, o propósito foi resgatado com as camisas do Internacional e do Independiente (Argentina), que convivem com exemplares da França e Turquia, países que eu vou conhecer um dia.
Mas esses casos são assuntos para outros posts. Um sobre a manutenção do propósito. E outro sobre o propósito que virou vício em futebol.
A Raquel que o diga.
Na verdade ela foi um presente de minha vó, Maruca, que me dera 50 reais de presente. Na época eu estava me aproximando cada vez mais do futebol.
E foi nessa circunstância que surgiu o vício, já que decidi que dali pra frente, sempre que possível, eu iria comprar uma camisa de time (oficial, de preferência) para guardar de lembrança daquele lugar. No caso em questão, a recordação era de Rivera.
Tempos depois a coleção fugiu do propósito. Prova disso é que nunca estive na Nigéria, Suécia ou Croácia. Mas tenho um exemplar de casa país. Apesar disso, o propósito foi resgatado com as camisas do Internacional e do Independiente (Argentina), que convivem com exemplares da França e Turquia, países que eu vou conhecer um dia.
Mas esses casos são assuntos para outros posts. Um sobre a manutenção do propósito. E outro sobre o propósito que virou vício em futebol.
A Raquel que o diga.
Segunda-feira, 6 de Abril de 2009
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